Para quem é: a depressão resistente ao tratamento
A investigação da cetamina e da escetamina centra-se sobretudo na depressão resistente ao tratamento, isto é, na depressão que não melhorou com pelo menos dois antidepressivos diferentes, em dose e duração adequadas [1] [2].
A indicação é sempre decidida numa avaliação psiquiátrica individual, que considera a história clínica, os tratamentos anteriores, a saúde física, a medicação habitual e os objectivos de cada pessoa. A avaliação pode concluir que este tratamento não é o mais adequado, ou que não está indicado.
Para saber mais sobre a doença, veja a depressão resistente ao tratamento: definição, avaliação e opções (abre num novo separador), no Consultório de Psiquiatria.